O cenário da Segurança do Trabalho em 2024: Lições e Alertas - Agmov Skip to main content

O cenário da Segurança do Trabalho em 2024: Lições e Alertas

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Recentemente, a ASSP (American Society of Safety Professionals) destacou dados do novo relatório “Death on the Job 2024”. Embora o estudo apresente o panorama da segurança ocupacional nos Estados Unidos, as tendências e desafios servem como um importante benchmarking para profissionais de EHS em todo o mundo.

Um dos pontos que mais chama a atenção no relatório — e que ressoa fortemente com a nossa realidade industrial impacto dos Distúrbios Musculoesqueléticos (DMEs).

 Fato Crítico: Os DMEs decorrentes de movimentos repetitivos e ergonomia inadequada representam 28% de todas as lesões e doenças graves no setor privado norte-americano.

O que podemos aprender com esses dados? Mesmo em mercados com legislações consolidadas (como a OSHA), o risco “silencioso” da ergonomia continua sendo um dos maiores vilões da produtividade e da saúde do trabalhador. No Brasil, enfrentamos um cenário muito similar, onde as doenças ocupacionais osteomusculares estão entre as principais causas de afastamento.

Outros destaques do relatório (Panorama EUA):

  • Subnotificação: Estima-se que o número real de lesões seja 2 a 3 vezes maior do que o reportado oficialmente.

  • Impacto Financeiro: As famílias dos trabalhadores arcam com cerca de 50% dos custos de uma lesão a longo prazo.

  • Riscos Emergentes: O calor extremo e a violência no trabalho estão subindo no ranking de preocupações das agências de segurança.

Reflexão: Os dados podem vir dos EUA, mas a dor do trabalhador e o prejuízo operacional das empresas são universais. Como gestores, nosso papel é usar esses indicadores globais para antecipar riscos e fortalecer nossas próprias barreiras de prevenção.

Você costuma utilizar dados internacionais para basear suas estratégias de segurança? Vamos conversar nos comentários!